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Diretrizes para Pastoral dos Seminaristas

1. Para o estágio pastoral, o seminarista será ajudado a conhecer a realidade da paróquia antes de exercer suas atividades; deve ainda ser orientado, educado e incentivado para melhor executá-las.
2. De preferência, o estágio pastoral se desenvolva em equipe de dois seminaristas, qualquer que seja o grau de experiência ou estudo, para facilitar o diálogo, a troca de experiência e o aprendizado.
3. O seminarista deverá ter abertura, docilidade e respeito no estágio pastoral.
4. É importante que ele adquira experiência em diversas áreas pastorais; que esteja aberto às diferentes realidades eclesiais e espirituais. Será acompanhado do padre ou equipe de pastoral. É muito importante o contato com as famílias e as pastorais sociais. É fundamental que seja educado para aprender a trabalhar com situações adversas e saiba aceitar as mudanças necessárias.
5. Deve-se evitar que o seminarista assuma atividades que competem ao padre e aos leigos; sua função é acompanhar, orientar e crescer junto, respeitando as lideranças locais e colaborando para a sua formação.
6. O seminarista impedido por qualquer motivo de ir à pastoral, deverá obter a autorização do seu padre responsável.
7. Um cargo de coordenação só poderá ser assumido por um seminarista conforme as necessidades da paróquia, por sua competência, possibilidades e pela confiança que desperta no padre.
8. A paróquia que recebe seminarista para o estágio pastoral assumirá os gastos com alimentação, oferecerá hospedagem na casa paroquial, uma ajuda de custa de 10% do salário mínimo, mais os gastos com as viagens.
9. O padre que recebe seminarista para o estágio pastoral esteja em sintonia com as diretrizes, orientações e projeto formativo dos seminários e da diocese e tenha condições necessárias de acompanhá-los.
10. O estágio compreende dois anos em cada paróquia ou área específica.
11. O seminarista do propedêutico não tem obrigações com o estágio pastoral: segue as orientações do Seminário Nossa Senhora d’Abadia.
12. Os seminaristas da filosofia e teologia, além do estágio pastoral normal durante o ano letivo, farão um estágio de férias, conforme o projeto do Conselho de Formação.
13. A pastoral de férias terá no máximo 15 dias. A paróquia que acolher o seminarista assumirá os gastos com a sua alimentação, hospedagem e transporte, além de uma ajuda de custo de 20% do salário mínimo.
14. Os seminaristas realizarão, conforme as necessidades, no final de cada ano uma missão popular, de preferência nas paróquias onde serão celebradas as ordenações diaconais e sacerdotais, não excluindo a possibilidade de outras paróquias.
15. O padre que acolher os seminaristas para a missão popular se responsabilizará pela despesa de transporte dos mesmos, alimentação e hospedagem.
16. O pároco que acolher seminarista para o estágio pastoral deve se conscientizar que a experiência antes de tudo favorece a sua formação. Por isso, é preciso evitar aquelas práticas pastorais que possam prejudicar de alguma forma a sua formação.
17. É fundamental ao seminarista que estiver iniciando o seu estágio pastoral, não fazê-lo individualmente e nem assumir compromissos além de sua experiência e preparação.
18. Não é formativo que um seminarista realize sozinho práticas pastorais na Semana Santa, em comunidades, onde é privado da Eucaristia e sem o acompanhamento de um sacerdote.
19. A saída para a pastoral se dá a partir das 13h 30m, aos sábados e o retorno ao Seminário é no domingo no tempo hábil para o jantar às 19 horas. Os diáconos retornam na segunda-feira para o almoço.
20. As férias são muito importantes para a formação do seminarista: é fundamental a sua integração na família, na paróquia de origem e na sociedade. Deve conciliar a sua oração, leituras, com um merecido descanso.
21. Todas as orientações indicadas neste documento devem ser estudadas pelos padres e seminaristas no início do estágio pastoral.