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Luto Diocesano

 

Dia 19 de Junho de 2017

“Eu sou a ressurreição e a vida!” Jo 11,25

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Água Fria de Goias, manifesta tristeza e pesar pelo falecimento do Padre Humberto Maria Antonius Luyten, ocorrido nesta manhã, 19/06, em  Belo Horizonte MG.  O Padre Humberto é natural de BeeK – Holanda, sacerdote da Congregação do Sagrado Coração de Jesus, e consta como o ultimo dos missionários  Holandeses que fundaram a Diocese de Formosa-Go, até então, residente na Diocese. Nasceu em 08 de Outubro de 1929, hoje com 88 anos. Fez sua profissão religiosa na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus em 25 de Agosto de 1949, hoje com 68 anos de vida religiosa. Foi ordenado sacerdote em 29 de Agosto de 1954, morre com 63 anos de vida sacerdotal.

Sua vida foi um testemunho vibrante de paixão missionária pela Igreja. Inspirado por amor ao Sagrado Coração de Jesus, Pe.Humberto  era sempre uma presença alegre e esperançosa. Desde que chegou ao Brasil na Diocese de Formosa ele sempre atuou em frentes importantes da ação evangelizadora da Igreja destacando-se pelo seu vigor, simplicidade, amor aos pobres e coragem. Na ultima visita que tive  a oportunidade de realizar, em 02/05/17, no hospital madre Tereza, em Belo Horizonte MG,  dele ouvi esse belo testemunho de amor e confiança em Deus: “ Morrer é ficar lá onde Deus quer! Meu Destino é  a felicidade completa. Não acredito que Deus seja vingativo, Deus é amor. Ele faz o bem, inclusive para quem faz o mal. Deus nos criou para amar. Devemos fazer o mesmo!”

Rezamos para que Pe.Humberto tendo passado pela morte, participe do convívio dos santos na luz eterna. Envio nossa saudação fraterna aos Padres da Congregação do Sagrado Coração de Jesus, na pessoa do Pe.Sergio, superior Provincial.

Dai-lhe, Senhor, o Descanso eterno e brilhe para ele a sua Luz. Acolhei a sua alma levando-a à presença do Altíssimo.

Em Cristo,

Pe.Pedro Nogueira da Silva Filho

Pároco

Castidade: Deus quer e você consegue

Esta decisão só pode ser dada por você, é uma atitude pessoal onde o leigo Cristão é chamado as virtudes morais; são as vivências, gestos e omissões que levam a pessoa a tomar essa decisão com firmeza e clareza colocando em prática, esta virtude de sua vida e em seu cotidiano.

Para alguns pode ser um fardo, mais a partir do momento em que você está disponível a viver esta radicalidade tudo se torna prazeroso. A busca contínua na oração, a eucaristia diária, a leitura constante na sagrada escritura, são combustíveis primordiais para manter a castidade em exercício. Quando se sentir fraquejado segura nas mãos da mãe Maria Santíssima na sua infinita intercessão irá nos socorrer.

Imitar Jesus Cristo é um grande desafio sempre em busca da verdade, e para evitar quedas durante o processo da vivência da castidade devemos evitar alguns lugares. Afastar-se do perigo não nos torna covardes, mas sim autênticos daquilo que queremos e lutamos como dizia  Santo Agostinho: “O combate pela castidade é o mais renhido de todos ele se repete-se cotidianamente, e sua vitória e rara”. Evitar lugares desapropriados, festas mundanas, bebidas em excesso, certas amizades que não nos leva para o Cristo, tudo aquilo que nos afasta de dar passos e sacrificar-se pela a castidade deve ser ignorado para que assim possamos caminhar com foco e coragem.

O chamado a castidade supõe a renúncia a experiências sexuais antes e fora do casamento, essa renúncia é um dom que anuncia a vivência generosa de todos os nossos dinamismos de amor, no contexto da vida conjugal. No namoro Deus nos chama a ter um namoro santo. Na bíblia não encontramos o termo “namorar” mais sim um exemplo de Jacó e Raquel que ele dispôs a trabalhar para seu pai no período de sete anos para tê-la como esposa (Gn 29).

Eu como um Cristão sou chamado a viver a castidade a todo instante estando namorando ou solteiro, no meu modo de agir, de tratar as pessoas nas mensagens no whatsApp, no Facebook principalmente neste fenômeno que se chama internet, e estou apto a cair a qualquer instante como durante a minha caminhada eu fraquejei e levantei, como São João Paulo II dizia “ao cair sacode a poeira e siga em frente”.

Muitas vezes você vai passar por vários preconceitos perante a sociedade mais as suas atitudes irão incomodar, portanto não importa para os demais e sim para o Cristo que Ele é o centro, e todo sacrifício será pouco. A Luta e constante irmãos e irmãs lembre se que é possível sim viver a Castidade basta você dar o primeiro passo e seguir algumas dicas que foi solicitado no texto. Acredite em Jesus Cristo como o centro de sua fé e na igreja católica a única igreja que nos dá o privilégio de receber o Cristo na eucaristia, fonte de vida para nós Cristãos. E lembre se que quando você fraquejar oração, penitência diária, jejum, e principalmente vivência em caridade é primordial como diz o nosso Papa Francisco: “Nossa carne não é fraca é nossa oração que é pouca” e finalizo com um trecho do catecismo da igreja católica.

“” A castidade é uma virtude moral também é um presente de Deus fruto de um esforço espiritual. O Espírito Santo permite imitar a pureza de Cristo aquele que as águas do batismo regenerou (art.2345 CIC).””

Adjair Wellerson Lopes Pereira.

 

IV CURSO DE SECRETÁRIOS PAROQUIAIS DA DIOCESE DE FORMOSA-GO

Nos dias 29 e 30 de março foi realizado o IV encontro Diocesano para os secretários paroquiais da Diocese de Formosa, no Salão Cura d´Ars da Paróquia São Sebastião, em Formosa – GO, com a participação de cinquenta secretários, mais os funcionários da Cúria Diocesana. Os dois dias foram iniciados com Santa Missa presidida pelo Padre Darcí Neres da Rocha, Chanceler da Cúria, seguido por palestras e exercícios práticos.

No primeiro dia, no período da manhã, foram desenvolvidos os seguintes temas:

Padre João Manoe -“Ética Organizacional” apresentada por Padre João Manoel Lopes, Coordenador Diocesano de Pastoral;

-“Habilitação Matrimonial e o Sacramento do Batismo” ficou sob a responsabilidade do Padre Romilson Gonçalves do Carmo, Juiz Instrutor da Câmara Eclesiástica da Diocese de Formosa – GO;

-“A Manutenção dos livros paroquias” coube ao Padre Pedro Nogueira da Silva Filho, da paróquia Nossa Senhora de Fátima em Água Fria – GO, que fez a exposição.

A parte da tarde foi iniciada com as colocações da Professora Geizibel Lopes sobre “A comunicação, administração e a excelência no atendimento do Secretário”,  em seguida, Dr. Edmundo Junior, Assessor Jurídico da Diocese,  abordou “Os aspectos jurídicos da Paróquia”. Irmã Bertila Picelli, sjbp apresentou “O papel do Secretário Paroquial na estrutura organizacional e na construção das relações humanas”; logo após, Irmã Ana Lourenço de Abreu, SSCC, Mestre em Psicanálise, refletiu, através de exercícios práticos, a “Análise comportamental e dificuldades do secretário”. Concluíram-se as atividades deste dia com a reza do terço.

Iniciou-se no dia 30, com a celebração Eucarística.

Após a celebração Eucarística foi dedicado ao desempenho da Contabilidade. Lilian Aline Gomes da Silva, do Departamento Pessoal da Cúria Diocesana, apresentou “Recursos Humanos”, considerando os aspectos que envolvem esta área e que se referem diretamente aos secretários paroquiais. Sr. Darcivan Serracena, Assessor Contábil da Diocese, expos tudo o que se refere à “Atualização Contábil trabalhista e previdenciário”. No período da tarde deste mesmo dia, Sr. Darcivan, coordenou, com auxílio de sua equipe, a “Prática Contábil” realizada no Colégio São José, por contar com computadores e técnico de computação deste mesmo colégio.

Com a participação da maioria das Paróquias da Diocese, este IV Encontro contou com a presença de aproximadamente 50 secretários e secretárias, vindos das Paróquias presentes nos quatro Setores da Diocese, além de vários Padres que se fizeram presentes no decorrer do curso. Em todas as colocações havia abertura para que os presentes fizessem perguntas, esclarecendo as dúvidas relativas ao tema em exposição.

Pelas avaliações colhidas entre os participantes, podemos afirmar que o curso foi muito bom para todos e, muito esclarecedor.

Louvamos a Deus por mais esta realização da diocese, pela boa disposição dos secretários e pelo interesse dos párocos em preparar bem seus funcionários.

Autor – Cúria Diocesana

Seminário Missionário Arquidiocesano Redemptoris Mater

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Viva a Mãe de Deus e Nossa…

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O mês de outubro é muito especial para a piedade Mariana. Nele celebramos o mês do Rosário com a memória de Nossa Senhora do Rosário no dia 07, também no Brasil temos a alegria de celebrar a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e em âmbito civil temos a comemoração do dia das crianças.

 

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Senhora Aparecida, do Rosário, das Graças, de Fátima, etc., quantos nomes recebe a doce e pura Mãe de Deus. Diz a escritura sobre Maria: “… me proclamarão bem-aventurada todas as gerações” (Lc 1,48). Os diversos nomes que carinhosamente os filhos de Maria foram concedendo à Mãe de Deus refletem o amor e o carinho que esta humilde mulher faz brotar nos corações de seus filhos. Muitos se perguntam, outros se confundem e ainda outros não compreendem, por que tantos nomes.

O mês de outubro com suas celebrações nos ilumina sobre o mistério da Mãe de Deus. Os nomes, Ela recebe porque sua pessoa fica associada a um acontecimento, ou mesmo virtude que possui. Rosário e Aparecida revelam dois fatos históricos que tem a Mãe de Deus por protagonista, neste breve artigo não é possível contar toda a história do motivo dos dois nomes, mas fica o convite para que cada um possa estudar mais sobre a Mãe de Deus e nossa, pois só amamos aquilo que conhecemos.

A devoção ao Rosário é muito antiga tem origem por volta do séc. VIII, pois desde sempre Maria a Serva Humilde esteve ao lado dos filhos mais humildes conduzindo-os ao Seu Filho Jesus. O Rosário é a oração dos humildes e pequeninos, pois em uma época que poucos sabiam ler, o Rosário tornou-se um meio fácil de se gravar as Palavras de Deus e Seu amor pelos homens. Mais tarde com São Domingos foi se espalhando por toda Europa, e posteriormente a celebração de Nossa Senhora do Rosário “foi instituída por São Pio V para comemorar e agradecer à Virgem a sua ajuda na vitória sobre os turcos em Lepanto, na Grécia, no dia 7 de outubro de 1571”.

Nossa Senhora Aparecida é o título carinhoso dado à devoção a Mãe de Deus que “apareceu” em um momento de necessidade (outubro de 1717). Os pescadores encontraram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, primeiro o corpo depois a cabeça e em torno desta imagem foi se reunindo devotos e surgindo sinais da manifestação da força de Deus por meio de Maria. E em torno desta pequena imagem que torna presente a Mãe de Deus no meio do povo brasileiro, foi se edificando toda uma história de graça e bondade de Deus para com os Seus filhos da Terra de Santa Cruz.

Providencialmente no Brasil, no dia 12 de outubro celebramos a Virgem Aparecida e o dia das crianças. Aprendamos com as crianças que com simplicidade e singeleza devota aos seus pais “apelidos” carinhosos e ternos que fazem todo sentido dentro de um ambiente familiar e nos dirijamos a Maria com a certeza que a Virgem é uma só, mas que se apresenta com tantos nomes quantos são os corações que lhe amam e por Ela são amados. Rezemos pelas crianças e as ensinemo-las a amar a Mãe de Deus.

Ano Jubilar 2017

Diác. Frederico Ornelas

Diácono na Paróquia Santa Catarina de Sena Damianópolis – GO