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IV CURSO DE SECRETÁRIOS PAROQUIAIS DA DIOCESE DE FORMOSA-GO

Nos dias 29 e 30 de março foi realizado o IV encontro Diocesano para os secretários paroquiais da Diocese de Formosa, no Salão Cura d´Ars da Paróquia São Sebastião, em Formosa – GO, com a participação de cinquenta secretários, mais os funcionários da Cúria Diocesana. Os dois dias foram iniciados com Santa Missa presidida pelo Padre Darcí Neres da Rocha, Chanceler da Cúria, seguido por palestras e exercícios práticos.

No primeiro dia, no período da manhã, foram desenvolvidos os seguintes temas:

Padre João Manoe -“Ética Organizacional” apresentada por Padre João Manoel Lopes, Coordenador Diocesano de Pastoral;

-“Habilitação Matrimonial e o Sacramento do Batismo” ficou sob a responsabilidade do Padre Romilson Gonçalves do Carmo, Juiz Instrutor da Câmara Eclesiástica da Diocese de Formosa – GO;

-“A Manutenção dos livros paroquias” coube ao Padre Pedro Nogueira da Silva Filho, da paróquia Nossa Senhora de Fátima em Água Fria – GO, que fez a exposição.

A parte da tarde foi iniciada com as colocações da Professora Geizibel Lopes sobre “A comunicação, administração e a excelência no atendimento do Secretário”,  em seguida, Dr. Edmundo Junior, Assessor Jurídico da Diocese,  abordou “Os aspectos jurídicos da Paróquia”. Irmã Bertila Picelli, sjbp apresentou “O papel do Secretário Paroquial na estrutura organizacional e na construção das relações humanas”; logo após, Irmã Ana Lourenço de Abreu, SSCC, Mestre em Psicanálise, refletiu, através de exercícios práticos, a “Análise comportamental e dificuldades do secretário”. Concluíram-se as atividades deste dia com a reza do terço.

Iniciou-se no dia 30, com a celebração Eucarística.

Após a celebração Eucarística foi dedicado ao desempenho da Contabilidade. Lilian Aline Gomes da Silva, do Departamento Pessoal da Cúria Diocesana, apresentou “Recursos Humanos”, considerando os aspectos que envolvem esta área e que se referem diretamente aos secretários paroquiais. Sr. Darcivan Serracena, Assessor Contábil da Diocese, expos tudo o que se refere à “Atualização Contábil trabalhista e previdenciário”. No período da tarde deste mesmo dia, Sr. Darcivan, coordenou, com auxílio de sua equipe, a “Prática Contábil” realizada no Colégio São José, por contar com computadores e técnico de computação deste mesmo colégio.

Com a participação da maioria das Paróquias da Diocese, este IV Encontro contou com a presença de aproximadamente 50 secretários e secretárias, vindos das Paróquias presentes nos quatro Setores da Diocese, além de vários Padres que se fizeram presentes no decorrer do curso. Em todas as colocações havia abertura para que os presentes fizessem perguntas, esclarecendo as dúvidas relativas ao tema em exposição.

Pelas avaliações colhidas entre os participantes, podemos afirmar que o curso foi muito bom para todos e, muito esclarecedor.

Louvamos a Deus por mais esta realização da diocese, pela boa disposição dos secretários e pelo interesse dos párocos em preparar bem seus funcionários.

Autor – Cúria Diocesana

Viva a Mãe de Deus e Nossa…

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O mês de outubro é muito especial para a piedade Mariana. Nele celebramos o mês do Rosário com a memória de Nossa Senhora do Rosário no dia 07, também no Brasil temos a alegria de celebrar a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e em âmbito civil temos a comemoração do dia das crianças.

 

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Senhora Aparecida, do Rosário, das Graças, de Fátima, etc., quantos nomes recebe a doce e pura Mãe de Deus. Diz a escritura sobre Maria: “… me proclamarão bem-aventurada todas as gerações” (Lc 1,48). Os diversos nomes que carinhosamente os filhos de Maria foram concedendo à Mãe de Deus refletem o amor e o carinho que esta humilde mulher faz brotar nos corações de seus filhos. Muitos se perguntam, outros se confundem e ainda outros não compreendem, por que tantos nomes.

O mês de outubro com suas celebrações nos ilumina sobre o mistério da Mãe de Deus. Os nomes, Ela recebe porque sua pessoa fica associada a um acontecimento, ou mesmo virtude que possui. Rosário e Aparecida revelam dois fatos históricos que tem a Mãe de Deus por protagonista, neste breve artigo não é possível contar toda a história do motivo dos dois nomes, mas fica o convite para que cada um possa estudar mais sobre a Mãe de Deus e nossa, pois só amamos aquilo que conhecemos.

A devoção ao Rosário é muito antiga tem origem por volta do séc. VIII, pois desde sempre Maria a Serva Humilde esteve ao lado dos filhos mais humildes conduzindo-os ao Seu Filho Jesus. O Rosário é a oração dos humildes e pequeninos, pois em uma época que poucos sabiam ler, o Rosário tornou-se um meio fácil de se gravar as Palavras de Deus e Seu amor pelos homens. Mais tarde com São Domingos foi se espalhando por toda Europa, e posteriormente a celebração de Nossa Senhora do Rosário “foi instituída por São Pio V para comemorar e agradecer à Virgem a sua ajuda na vitória sobre os turcos em Lepanto, na Grécia, no dia 7 de outubro de 1571”.

Nossa Senhora Aparecida é o título carinhoso dado à devoção a Mãe de Deus que “apareceu” em um momento de necessidade (outubro de 1717). Os pescadores encontraram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, primeiro o corpo depois a cabeça e em torno desta imagem foi se reunindo devotos e surgindo sinais da manifestação da força de Deus por meio de Maria. E em torno desta pequena imagem que torna presente a Mãe de Deus no meio do povo brasileiro, foi se edificando toda uma história de graça e bondade de Deus para com os Seus filhos da Terra de Santa Cruz.

Providencialmente no Brasil, no dia 12 de outubro celebramos a Virgem Aparecida e o dia das crianças. Aprendamos com as crianças que com simplicidade e singeleza devota aos seus pais “apelidos” carinhosos e ternos que fazem todo sentido dentro de um ambiente familiar e nos dirijamos a Maria com a certeza que a Virgem é uma só, mas que se apresenta com tantos nomes quantos são os corações que lhe amam e por Ela são amados. Rezemos pelas crianças e as ensinemo-las a amar a Mãe de Deus.

Ano Jubilar 2017

Diác. Frederico Ornelas

Diácono na Paróquia Santa Catarina de Sena Damianópolis – GO

 

Pastoral da Criança retoma suas atividades na cidade de Água Fria de Goiás!

Pastoral da criança

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Para que todos tenham vida e a tenham em abundância!

Buscando favorecer um trabalho de acompanhamento das mães gestantes e crianças até os seis anos de idade, os líderes voluntários da pastoral da criança realizaram no último sábado, 15/10, a celebração da vida, com palestras, pesagem e comemoração pelo dia das crianças, retomando assim, o trabalho da Pastoral da criança na cidade de Agua Fria.

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Hoje, a pastoral da criança atua na comunidade de mato seco, onde também, tem desenvolvido um excelente trabalho na comunidade! Que o amor ao próximo e a vivência da fé continue inspirando muitos outros a doar um pouco do seu tempo para o bem de inúmeras famílias! Venha ser um líder da Pastoral da criança!

Aos lideres e toda equipe de apoio muito obrigado pela dedicação e generosidade!

Prossigamos com coragem e amor! Parabéns!

 

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Pe. Pedro: 

10 verdades sobre a vida de um seminarista

28b8f12309e9ac4afaade20e5d04ffc2_LSeminário é uma instituição conhecida historicamente, mas extremamente desconhecida pela verdade dos fatos. Às vezes nos apegamos a estereótipos quase infantis como o de que um padre se faz como se faz receita de bolo: juntando um ingrediente aqui, outro ali, esperando o tempo necessário, e “voilà!”, forma-se um sacerdote perfeito. Não é tão fácil assim. Conhecemos os estereótipos, mas poucas vezes ouvimos falar a partir de dentro o que realmente acontece. Pensando nisso, seria possível elencar algumas verdades sobre a vida de seminário que poucas vezes são comentadas por aí, como as seguintes:

1. Formar não é colocar numa forma

Como dissemos, não se trata de juntar ingredientes ou fazer cálculos matemáticos. A formação sacerdotal é muito complexa. Em primeiro lugar porque cada um tem uma história própria. Em segundo lugar porque a configuração em Cristo é um movimento muito mais interior que exterior. Em outras palavras, requer força de vontade, convicção, caráter e, sobretudo, fé. A maior parte desse processo depende da disposição do candidato a adequar-se ao “molde” que chamamos Cristo. Você pode passar 8, 9, 10 anos formando um candidato. Se ele endurece o interior, não há forma capaz de conter a pressão que ele próprio representa. Portanto, formar é dar diretrizes para que o próprio candidato se converta à luz do Espírito Santo. Sem a participação ativa do maior interessado na vocação, não há forma capaz de dar o formato almejado.

2. Há conflitos;

Mais uma vez aqui pesa a história de vida de cada um. Porém, essa talvez seja a mais natural das verdades sobre a vida de seminário. Afinal, todos viemos de determinados grupos, como a família, os amigos, o trabalho, etc. Se por um lado faz parte da nossa condição humana viver em sociedade, por outro cada pessoa que atravessa a nossa história representa um desafio. O mais interessante do convívio com as diferenças no seminário é que ele representa uma verdadeira escola para o convívio com fiéis (nem sempre agradáveis) da nossa futura paróquia.

3. Não passamos o dia rezando;

Eis mais um estereótipo pueril. Temos uma vida extremamente diversificada, ainda que disciplinada: jogamos futebol, lavamos louça, jogamos cartas, estudamos, rezamos, assistimos TV e até saímos para assistir a um filme de vez em quando…Não só na vida de seminário, mas para todos é importante ter uma rotina equilibrada, que contemple diferentes necessidades. Normalmente a formação sacerdotal cuida desses aspectos dividindo didaticamente a vida do candidato em quatro dimensões: Intelectual, Pastoral, Espiritual e Humano-afetiva. Isso é importante para que o futuro padre saia do seminário mais que intitulado padre, que saia com uma personalidade integrada e mais parecida com o rosto de Cristo.

4. Dizer sim todos os dias é mais difícil;

No começo temos muitas expectativas, queremos dar tudo a Cristo, até o sangue se fosse necessário. Com o tempo, assim como o namoro, as coisas vão se esfriando, o sim dito lá atrás vai aos poucos se transformando numa distante lembrança de um tempo que não volta. Às vezes temos a impressão de que estamos apenas nos arrastando e esperando o dia da ordenação (ou o da morte se não for pedir muito). Apesar de ser um desafio, dizer sim todos os dias vale muito mais a pena. Assim as coisas deixam de ter um peso para assumirem a bela dimensão da grandiosidade daquilo que esperamos.

5. Um padre não se faz no dia da ordenação;

Um dos nossos formadores sempre diz: “Um padre não se faz no improviso”. Grande verdade! Pode até parecer cansativo esse exemplo para alguns, mas se não acordo todos os dias para ir à missa no seminário, dificilmente terei disposição para instituir uma missa cedo na minha paróquia, ainda que seja uma necessidade para os fiéis. Outro exemplo: se não crio o hábito de rezar a liturgia das horas todos os dias, quando padre sempre inventarei alguma outra atividade “mais importante”. Criar hábito é forjar-se. Isso é difícil, requer sacrifício e abnegação. Porém, quando temos diante dos olhos o Modelo, Cristo Jesus, qualquer sacrifício se torna um ato verdadeiramente salvífico, para nós e para os outros.

6. Estudar teologia não é garantia de espiritualidade;

Passar quatro anos estudando teologia sem criar uma relação de amizade com Cristo é como construir uma casa sobre a areia. Não temos “encontros com Cristo” na sala de aula. Se alguém teve essa experiência, que me conte o quanto antes! Na verdade o relacionamento com Cristo é sempre anterior. Nesse contexto a teologia entra para aumentar o amor, para edificar as bases da construção.  Em suma, a frase atribuída ao papa Francisco sobre Bento XVI é válida para todos nós: “Teologia se faz de joelhos”.

7. Você aprende a ter misericórdia;

Misericórdia é a coisa mais bela que um homem pode oferecer a outro. Quanto mais quando essa atitude vem de um servo de Deus! O tempo de seminário é um tempo essencialmente de prova. Cada dificuldade, cada desafio, cada tristeza tem de servir como lição para que um dia o padre também se identifique com a miséria dos outros. Fica para sempre na memória do seminarista o abraço de misericórdia que Deus lhe estendeu numa situação difícil. É esse o abraço que o padre terá a oferecer ao mundo.

8. Nem todos atingirão a meta;

Por um lado infelizmente nem todos atingirão a meta, pois, como a parábola do semeador (Mt 13), muitas coisas podem acontecer com a semente ao longa do caminho. Por outro lado, felizmente, muitos descobrem a verdadeira vocação dentro dessa vocação. Seminário é tempo de discernimento. Temos de ter a consciência de que cada um que entra no seminário já é digno de louvor pelo simples fato de ter renunciado ao mundo para tentar uma vida em Deus. Não podemos julgar ninguém que deixa de ser seminarista como se tivesse aprontado ou abandonado a guerra na metade. Como cristãos, deveríamos acolhê-los bem em nossas comunidades e ajuda-los a recuperar o norte depois de uma experiência tão profunda quanto o chamado à vida consagrada.

9. Somos felizes;

Sim. Aqui não há tempo ruim. Podemos reclamar, dizer que as coisas poderiam ser melhores, mas na maior parte do tempo somos muito felizes. Podemos dizer isso com convicção porque não dá para ficar 24 horas confinado num lugar se não for por amor. Nessa dinâmica, descobrimo-nos felizes porque estamos próximos de quem mais queríamos estar: Jesus Cristo. Como diz o papa Francisco, “um santo infeliz é um triste santo”. Você pode até encontrar um seminarista mal humorado por aí, mas nunca infeliz, nunca mal humorado a ponto de estar sempre de cara amarrada. Eu mesmo nunca encontrei um desses. Talvez o nosso grande defeito seja justamente esse: somos felizes demais para se dar conta disso o tempo todo.

10. Solidão é diferente de abandono;

Somos celibatários por amor do reino de Deus, como diria São Paulo. O amor é pura relação. Por mais que não tenhamos uma companheira ao nosso lado, ficamos satisfeitos com a relação que assumimos com Deus e mais concretamente com a Igreja. Muitos querem arranjar um problema no fato do padre ou seminarista serem sós, como se fossem abandonados por tudo e por todos. Pelo contrário! Olhe ao redor de um padre…muitas vezes, de fato, ele tem dificuldade de encontrar tempo para si. Um padre só, sem vínculo unilateral, tem muito mais espaço para amar, seja a Deus ou o próximo. Portanto, ao ver um padre sozinho, não ache que ele está abandonado, ele só está amando da forma em que foi chamado a amar.

Agora que já sabemos um pouco mais do que se diz sobre os seminaristas, talvez tenha dado para perceber que esse caminho nem sempre é fácil. Importa a cada dia rezar para que tenhamos padres santos, pois aonde há um bom padre, há ali também uma parte do que o mundo precisa para ser melhor.

Vinícius Farias, 1º ano de teologia

Fonte: Seminário Maior de Brasília

São Luiz Gonzaga : A carta de um seminarista para sua mãe.

Considerado o “Patrono da Juventude” e dos Seminaristas, São Luís Gonzaga nasceu no ano de 1568 na Corte de Castiglione. Recebeu por parte de sua mãe a formação cristã. Já seu pai o motivava a ser príncipe. Sua família tinha muitas posses mas, graças ao amor de Deus, Luís – desde cedo – deixou-se possuir por esse amor.

Com dez anos de idade, na corte, frequentando aqueles meios, dava ali testemunho do Evangelho e se consagrou a Nossa Senhora. Ali descobriu seu chamado à vida religiosa e queria ser padre. Seu pai, ao saber disso, o levava para festas mundanas, na tentativa de fazê-lo desistir de sua vocação.

Entrou para a Companhia de Jesus onde viveu durante seis anos.

Com pouco mais de vinte anos, faleceu de uma peste que havia se espalhado em Roma.

Leia uma carta que escreveu para Sra. Sua Mãe e veja com que traços de entrega ele marcou sua vida.

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“Ilustríssima senhora, peço que recebas a graça do Espírito Santo e a sua perpétua consolação. Quando recebi tua carta, ainda me encontrava nesta região dos mortos. Mas agora, espero ir em breve louvar a Deus para sempre na terra dos vivos. Pensava mesmo que a esta hora já teria dado esse passo. Se é caridade, como diz São Paulo, chorar com os que choram e alegrar-se com os que se alegram (cf. Rm 12,15), é preciso, mãe ilustríssima, que te alegres profundamente porque, por teus méritos, Deus me chama à verdadeira felicidade e me dá a certeza de jamais me afastar do seu temor.

Na verdade, ilustríssima senhora, confesso-te que me perco e arrebato quando considero, na sua profundeza, a bondade divina. Ela é semelhante a um mar sem fundo nem limites, que me chama ao descanso eterno por um tão breve e pequeno trabalho; que me convida e chama ao céu para aí me dar àquele bem supremo que tão negligentemente procurei, e me promete o fruto daquelas lágrimas que tão parcamente derramei.

Por conseguinte, ilustríssima senhora, considera bem e toma cuidado em não ofender a infinita bondade de Deus. Isto aconteceria se chorasses como morto aquele que vai viver perante a face de Deus e que, com sua intercessão, poderá auxiliar-te incomparavelmente mais do que nesta vida. Esta separação não será longa; no céu nos tornaremos a ver. Lá, unidos ao autor da nossa salvação, seremos repletos das alegrias imortais, louvando-o com todas as forças da nossa alma e cantando eternamente as suas misericórdias. Se Deus toma de nós aquilo que havia emprestado, assim procede com a única intenção de colocá-lo em lugar mais seguro e fora de perigo, e nos dar aqueles bens que desejamos dele receber.

Disse tudo isto, ilustríssima senhora, para ceder ao desejo que
tenho de que tu e toda a minha família considereis minha partida como um feliz benefício. Que a tua bênção materna me acompanhe na travessia deste mar, até alcançar a margem onde estão todas as minhas esperanças. Escrevo isto com alegria para dar-te a conhecer que nada me é bastante para manifestar com mais evidência o amor e a reverência que te devo, como um filho à sua mãe.”

Da Carta escrita por São Luís Gonzaga à sua mãe. (Acta Sanctorum, Iuni, 5,578 . Séc.XVI) Do Ofício de Leituras da Memória de São Luiz Gonzaga.