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49º Dia Mundial das Comunicações.

Nossa Senhora da Comunicação: a melhor notícia é Jesus!

No alto da torre da Basílica de Nossa Senhora de Brebières de Albert (Somme, França), encontra-se uma imagem da Virgem Maria portando o Menino Deus. A obra é fruto do artista francês Albert Roze, a qual ele chamou de “La Vierge dorée couronnant la Basilique Notre-Dame de Brebières”, em tradução livre: “A Virgem dourada coroando a Basílica de Nossa Senhora de Brebières”. A alta torre nos seus 62 metros, comporta uma cúpula com esta imagem completamente dourada, destacando-se entre o azul do céu. A imagem da Virgem foi coberta com 40.000 folhas de ouro, com seus seis metros de altura. Ela porta aos seus braços, elevando ali mais alto o menino Jesus de braços abertos em forma de Cruz.

5gd45kd1Nos idos de 1915, uma bomba atingiu a imponente cúpula da Basílica, que concede suporte à imagem da Virgem. A basílica foi destruída, mas o impressionante é que apesar do ocorrido a imagem da Virgem manteve-se em um equilíbrio, precário e impressionante.  Por causa deste ocorrido apareceu uma lenda que diz que “Quando a Virgem de Albert cair, a guerra vai acabar”. A foto da Basílica destruída e a Virgem inclinando-se correu o mundo através das mãos dos soldados, que enviavam como um cartão postal. Nos anos de 1927 a 1931 a Basílica foi reconstruída, e uma réplica da Virgem Dourada foi novamente instalada no alto da torre.

Mais tarde o Dr. Manoel Casado Lima e sua esposa, Sra. Carolina, viscondessa do Livramento (Recife – PE), adquiriu uma pequena réplica da Imagem. Mais tarde eles dariam de presente ao Rev.Pe. Pedro Falcone, que doaria a imagem ao Sistema Salesiano de Vídeo-Comunicação (SSV) em Itatiaia, MG. Ali eles nomeariam a Imagem da Virgem de Albert de “Nossa Senhora da Comunicação”.

No dia 27 de maio de 1990, Dia das Comunicações Sociais daquele ano, apareceu na primeira página do Kirche und Leben (Órgão oficial da Diocese de Münster (Alemanha), um artigo escrito por um jornalista que assinava o texto como: “GM”.

O texto diz:

des_1447_g“Vi a pequena estátua de Nossa Senhora na capela dos salesianos, em Itatiaia, não longe da cidade brasileira de Belo Horizonte, e lembrei-me de Novalis: “vejo-te, Maria, representada com carinho em imagens mil…” Aqui, no Centro de Produção de Filmes e Vídeos destes religiosos italianos e brasileiros, vi uma nova imagem de Maria: a Mãe da Comunicação. Estranho e surpreendente pelo menos para quem associa o conceito ‘comunicação’ com o processo técnico de veiculação de notícias. E, no entanto, conforme me disse Pe. Antônio Pacheco de Paula, em última análise, Maria nos transmitiu a notícia mais significativa, a mensagem mais importante para nossa vida: Jesus. E já que nós, jornalistas, por profissão, nos ocupamos principalmente com veiculação de notícias e mensagens, não é tão estranho que a gente se considere, por assim dizer, colega de Maria. Ela proporcionou a nós, humanos, a melhor notícia, o ‘furo’ sem igual: Cristo está sempre junto de vocês, não precisam ter medo, Ele está a seu lado. Por isso, como mostra nossa reprodução gráfica, Maria levanta bem alto o menino Jesus, à maneira de um cabeçalho: a manchete de nossa vida!
Quando meus amigos brasileiros me disseram que Maria é para eles a mais estimada colega, por ter veiculado a matéria mais interessante e profunda para a nossa vida, devo confessar que, num primeiro instante fiquei em silêncio. Mentalmente, fiz uma revisão: para mim, quem era Maria? Um idílio, “uma balada”, certo encanto religioso, que leva a fazer uns versos?

Aqui, junto dos salesianos brasileiros, vivenciei Maria numa nova imagem jornalística: ela nos proporcionou a manchete para a nossa vida, aqui, acima de mim, lhes mostro Jesus. Eu lhes consigo acesso a Ele. Eu lhes sirvo de agência e advogada, e lhes abro o caminho para meu Filho. O que Ele lhes disser é exclusivo, único para cada um de vocês…

Aí entendi os salesianos de Itatiaia: compreendi porque, na qualidade de publicitários de Nossa Senhora, lhe dedicaram na capela uma imagem com o título de Nossa Senhora da Comunicação”.

Mais tarde uma réplica da imagem feita pelo artista italiano radicado em Belo Horizonte, Gianfranco Cerri, seria colocada no Instituto de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma.

A Pastoral da Comunicação em diversos lugares do Brasil adotou Nossa Senhora da Comunicação como sua patrona. Nós da Pastoral da Comunicação da Diocese de Formosa também adotamos ela como nossa padroeira. Maria nos anuncia a melhor notícia que o mundo poderia receber: Jesus.

Por Seminarista Raifran Sousa

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA COMUNICAÇÃO


Virgem Santa da Comunicação

Vós que acolhestes o verbo
e o apresentastes ao mundo
pela divina maternidade;
ajudai-nos a nos comunicarmos e
mostrarmos o rosto de Jesus para todos .
 
Faze-nos usar de todos os meios disponíveis
para anunciarmos o amor de Deus
e denunciarmos tudo que seja motivo de morte.
 
Que a tecnologia, com seus avanços,
seja sempre instrumento de comunicação
para a promoção da vida.
 
Que os agentes da comunicação
sejam amantes da verdade
em favor do bem comum, incentivando a fraternidade
e a solidariedade entre os povos.
 
Ó Maria da Comunicação, intercedei por todos nós
que queremos comunicar ao mundo
o vosso Filho e Senhor nosso,
Jesus Cristo. Amém.
 Nossa Senhora da Comunicação,
Rogai por nós!

O Papel dos pais na “educação digital” dos filhos

A comunicação digital nunca foi tão acessível como nos dias atuais. Em todos os lugares as pessoas estão com os seus aparelhos digitais nas mãos, trocando mensagens seja por texto, por voz, vídeo. A evolução tecnológica rompeu várias barreiras. As diversas classes sociais têm acesso a estes aparelhos eletrônicos. Todos estão sendo afetados por essa onda de comunicação instantânea. Porém, alguns sofrem mais que outros o impacto que tais recursos comunicativos provocam. Assim, é preciso prestar atenção e buscar ajudar aqueles que são mais susceptíveis ao fascínio do fácil acesso aos meios de comunicação, de modo especial os jovens.

Atualmente os pais sentem-se muitas vezes incapacitados frente a tantas novidades, que por sua vez são tão facilmente dominadas por seus filhos. Os pais possuem a sabedoria da vida e os filhos o conhecimento da técnica. Uns lidam muito bem com a máquina, enquanto os outros conhecem os perigos que a vida apresenta. Assim, ambos devem se ajudar na busca por vencer as barreiras próprias de cada geração, e juntos trocarem os dons recebidos. Hoje não são somente os pais que tem algo a ensinar para os filhos. É uma via de mão dupla onde todos podem sua contribuição pessoal em vista do bem comum. “Por amor dos filhos, assim como por amor de si mesmos, os pais devem ‘adquirir e praticar a capacidade de discernir os espectadores, ouvintes e leitores, agindo como modelos de um uso prudente dos mass media em casa’. No que concerne à Internet, os filhos e os jovens têm com frequência mais familiaridade com este instrumento do que seus próprios pais; não obstante, os pais têm a séria obrigação de orientar e vigiar sobre o uso que os seus filhos fazem da Internet. Se isto significa ter que aprender mais acerca dela do que já sabem até agora, isto será muito bom” (Igreja e Internet, nº 11, 2002).

A Igreja se preocupa com o fortalecimento da família, e por isso tem chamando a atenção para a necessidade da educação digital, para que se possam fazer melhor uso das novas tecnologias. “As famílias cristãs, como “Igrejas domésticas”, têm um lugar e uma tarefa insubstituíveis no anúncio e vivência do Evangelho. São, portanto, não somente objeto da solicitude pastoral da Igreja, mas sujeito ativo e responsável da mesma missão de salvação” (1978, CNBB). No processo de evangelização nos dias atuais é imprescindível o uso das novas tecnologias e a Igreja conta com o trabalho da família para evangelizar a cultura digital.

Para o sucesso da evangelização é preciso primeiro ter pessoas maduras que no uso das novas tecnologias façam a diferença. Por isso, “os pais têm o grave dever de ajudar os próprios filhos a aprenderem avaliar e usar os mass media, formando a própria consciência de maneira correta e desenvolvendo as suas faculdades críticas” (Ética nas Comunicações Sociais, nº 25, 2000). Com o auxílio dos pais, os filhos podem chegar à maturidade no uso dos meios de comunicação social com moderação e sem deixar-se levar pelas ondas do momento. A Igreja conta com a família “ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” para evangelizar o mundo.

Por Frederico Orndelas

Papa recorda as três palavras-chave para a paz na família

“Com licença, obrigado e desculpas”: estas foram as palavras-chave da catequese proferida nesta quarta-feira (13/05) pelo Papa Francisco, na audiência geral. Segundo explicou, suas reflexões semanais terão como fulcro, a partir de agora, a vida real, cotidiana das famílias, em cuja porta, elas devem estar escritas.

A Praça São Pedro, iluminada e aquecida pelo sol de primavera, ficou lotada pela multidão de fiéis e turistas que acolheram com carinho o Papa quando entrou para a habitual volta com o Papamóvel. Francisco se deteve em oração alguns instantes diante de uma réplica da imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Reflexões

Prosseguindo suas reflexões preparatórias para o Sínodo de outubro próximo, o Pontífice voltou sobre a questão da ‘boa educação’, lembrando que aquelas três palavras, que já citou outras vezes no passado, são simples, mas ao mesmo tempo difíceis de colocar na prática. E quando não são usadas, podem-se abrir ‘rachaduras’ que levam as famílias a ‘desmoronar’.

Mas o hábito de ser ‘bem educado’ não pode se traduzir apenas em formalismo, em aridez – ressalvou Francisco, lembrando o provérbio “Por trás das boas maneiras escondem-se maus hábitos” e citando “o diabo, que quando tentou Jesus, parecia um cavalheiro”.

A boa educação deve ser entendida nos seus termos autênticos: o estilo das relações deve ser profundamente radicado no amor do bem e no respeito do outro. A família vive da ‘fineza’ de se querer bem.

Três palavras

O Papa começou pela palavra ‘licença’, explicando que “entrar na vida do outro, mesmo que faça parte da nossa, requer a delicadeza de um comportamento não invasor.

“A intimidade não autoriza a dar tudo por certo. Quanto mais íntimo e profundo o amor, mais exige respeito da liberdade e a capacidade de aguardar que o outro abra as portas de seu coração”.

A segunda palavra, ‘obrigado’, nos lembra que na nossa civilização atual, a gentileza e a capacidade de agradecer são vistas às vezes como um sinal de fraqueza.

“Sejamos intransigentes na educação à gratidão: a dignidade da pessoa e a justiça social passam por aqui. Se a vida familiar subestima este estilo, a vida social também o perderá. A gratidão, para quem crê, está no coração da fé: um cristão que não sabe agradecer é alguém que esqueceu a linguagem de Deus”, repetiu duas vezes.

Improvisando, o Papa revelou ter conhecido uma senhora de muita ‘sabedoria’, que dizia que “a gratidão é uma planta que cresce somente na terra de pessoas de alma nobre”.

Enfim, o termo ‘desculpas’, palavra difícil, mas muito necessária, afirmou o Papa, mencionando a oração do Pai Nosso: “Perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

“Se não formos capazes de pedir desculpas, não seremos capazes de perdoar. Nas casas aonde não se pede desculpas, falta ar e feridas começam a se abrir. Também na vida de casal briga-se muitas vezes, mas o conselho do Papa é sempre o mesmo: nunca terminar o dia sem fazer as pazes, e para isso, é suficiente um pequeno gesto.. pode ser até um carinho, sem palavras…”.

Concluindo, Francisco reiterou que “estas três palavras são tão simples que até podem nos fazer sorrir… mas quando as esquecemos, não é muito engraçado”.

“Que o Senhor nos ajude a colocá-las no lugar certo, no nosso coração, em nossas casas e também na convivência civil”, completou, convidando a Praça a repetir com ele as três palavras-chave e a invocação de fazer as pazes com a família antes de ir dormir.

Fonte: Arquidiocese do Rio de Janeiro

E a família, como vai ?

O papa Francisco escolheu para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais o tema: “Comunicar a Família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”. Soa como que profética esta temática para os nossos tempos. O meio familiar é marcado fortemente pela comunicação. No lar é que o ente adquire os primeiros e mais valiosos ensinamentos que guardará na sua vida.  Na família o homem forma-se, ali ele é colocado diante da realidade do viver em comunicação. Na Igreja Doméstica é onde se comunica o dom precioso da fé e das virtudes, que devem ser trabalhadas todos os dias na vida cotidiana. E tudo isso o homem recebe de forma livre, gratuita e amorosa.

Recordo-me uma pergunta que costumeiramente escutamos em nossos encontros com conhecidos: “E a família como vai?”. Parece um pergunta simples e direta, mas pensemos na profundidade deste questionamento para nossos tempos. Quando refletimos além das paredes de nossos lares, ela pode ter dimensões positivas e negativas. Estes são tempos em que constantemente ela, a família é atacada e “recriada”, baseada em ideias convenientes ao pensamento de cada um. Pensa-se a família hoje de muitos modos, entretanto, raramente como ela é de fato, ao passo que os modos como pensam a família não condizem com aquilo que ela é.

A família é o santuário criado por Deus para habitar a Igreja Doméstica. A família é aquela que comunica, e não falo aqui de uma comunicação meramente tecnológica, tecnicista, baseada em meios, mas a comunicação mais valiosa, primeira e mais profunda comunicação que o homem pode acolher: a vida. É na família que somos gestados para comunicar. No lar aprendemos as primeiras palavras, o velho “pode e não pode”, os conselhos mais valiosos e as virtudes mais elevadas. No seio da família somos moldados e formados. Nossos pais nos educam e devem ser eles os primeiros formadores. Isso é o maravilhoso e rico dom da comunicação familiar. A maior beleza de todos estes elementos citados é que todos eles são doados, dados de forma gratuita para nós. O dom do amor que emerge dos nossos e comunica também o amor de Deus. Por isso demostra-se tão necessário que cada membro da família saiba dar e receber amor: somos sinais, comunicadores do amor gratuito e livre de Deus.

Em tempos como este precisamos redescobrir este dom tão singular da comunicação familiar. É certo que o meio em que a família está inserida passou por diversas e notáveis transformações. Precisamos retomar “antigos hábitos”, que nunca deveriam ser antigos, entretanto sempre constantes no ambiente familiar. Não podemos deixar morrer os momentos familiares da partilha na mesa, do encontro de cada dia, das alegrias e tristezas. Redescobrir a riqueza dos momentos de lazer e diversão em família. A preciosa e rica construção que emerge do diálogo em família, dos momentos sinceros que só podem ocorrer quando cada um coloca seu coração dentro do lar, e decide ser parte total daquele conjunto. Quando os pais tomam parte do valoroso encargo da correção e da formação dos filhos, e também os filhos colocam-se abertos para isso.

Esses momentos, ditos familiares, não podem ser reduzidos aos meios técnicos e tecnológicos que o mundo hoje nos oferece. Eles possuem sua importância. Eles são de fato ricos meios de aprofundamento do encontro, entretanto nada pode superar em grandeza o contato humano que está na vida família. Em tempos de WattsApp, uma visita é uma grande prova de amor. Parece exagero, mas percebemos o distanciamento das pessoas em vista de meios de comunicação que deveriam ser formas de proximidade. Criam-se grupos de família em mídias, no entanto se empobrece o contato humano. Os meios devem ser usados para estreitar, jamais para suprir o ambiente familiar, para isso ainda são insubstituíveis os almoços em família aos domingos. O Francisco com sua mensagem para este Dia Mundial das Comunicações faz um convite: deixem os celulares por um instante, saiam dos computadores por um momento e liguem vossos abraços, vossos corações ao coração do outro. É tempo de uma comunicação do corpo a corpo. Trabalhemos para que nossas famílias sejam celeiros da vida comunicada e vivida no encontro, para que ao surgir da pergunta: “E a família, como vai?”, possamos sem medo responder: “Vai bem, obrigado!”.

Por Seminarista Raifran Sousa, Coordenador do Departamento Diocesano de Comunicação

Convite para celebração diocesana do 49º Dia Mundial das Comunicações.

Formosa – GO, 24 de Abril de 2015.

Caríssimos, Presbíteros, Diáconos, Religiosos, Religiosas, Seminaristas Coordenadores de Pastorais (de modo especial Pasconeiros) e todos os profissionais da Comunicação PAZ E FOGO!

É com muita alegria que a PASCOM (Pastoral da Comunicação) da Diocese de Formosa – GO e Assessoria (DEDICOM – Departamento Diocesano de Comunicação) encaminham este convite a vós, a fim de que participem da Missa do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que realizar-se-à no próximo dia 17 de Maio (Domingo) às 10h30min, em nossa Catedral Imaculada Conceição, Formosa-GO. A vossa presença é de suma importância, pois queremos conhecê-lo, ansiando uma maior comunhão de encontro e diálogo com os meios midiáticos de nossa diocese. Uma vez que trabalhamos, ainda de forma tímida, com rádios, jornais, websites, rede sociais, dentre outros; queremos convosco estabelecer laços e fazermos juntos um caminho nesta nova cultura, neste novo modo de relacionamento humano.

Esta data dedicada às Comunicações foi estabelecida pelo Concílio Vaticano II em 1963 e vem sendo celebrada em muitos países no domingo que antecede a Festa de Pentecostes. Neste ano o Dia Mundial das Comunicações Sociais tem como tema: “COMUNICAR A FAMÍLIA: AMBIENTE PRIVILEGIADO DO ENCONTRO NA GRATUIDADE DO AMOR”. Este tema se insere em continuidade com o precedente (“Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro”) e ao mesmo tempo contextualiza-se com aquele que será o tema central da 14ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos em outubro deste ano: “A vocação e a missão da família na Igreja, no mundo contemporâneo”.

Escreve o Papa Francisco no texto para o Dia Mundial das comunicações : “Como ainda dizer em nossos dias, ao homem ferido e desiludido, que o amor entre um homem e uma mulher é uma coisa boa? Como fazer com que os filhos experimentem que são um dom precioso? … A Igreja hoje deve novamente aprender a dizer o quanto a família seja um grande dom, bom e belo.”

Sem mais, agradecemos antecipadamente e contando com vossa presença valiosa, deixando aqui o nosso abraço fraterno e minha Bênção Sacerdotal.

Atenciosamente,

Pe. Wagner Teixeira de Moura
Padre Referencial para a Pastoral da Comomunicação na Diocesana de Formosa – GO