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Author Archives: curia

Gestão Eclesial foi tema da atualização do Clero deste ano

Nos dias 27 a 29 de junho, o Clero da Diocese de Formosa participou de um encontro de atualização, orientado pelo Instituto Axis, entidade que especializada no desenvolvimento da gestão das organizações religiosas. Os senhores Márcio de Souza Moreira e Adilson Souza, superintendentes do instituto, conduziram as reflexões levando aos padres, diáconos e leigos os assuntos relacionados aos aspectos contábeis, contratuais e tributários, patrimoniais, administrativos e trabalhistas, liderança eclesial e outros.

Para o Clero, foi uma intensa experiência de estudo, reflexão e aprendizagem. O nosso bispo diocesano, Dom José Ronaldo, participou de todo o encontro. A atualização foi encerrada com as palavras do padre Ary Ramos, que agradeceu o instituto. Em seguida, também teceu algumas palavras o bispo.

Pascom Diocesana

Seminário Missionário Arquidiocesano Redemptoris Mater

Endereço

Viva a Mãe de Deus e Nossa…

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O mês de outubro é muito especial para a piedade Mariana. Nele celebramos o mês do Rosário com a memória de Nossa Senhora do Rosário no dia 07, também no Brasil temos a alegria de celebrar a solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e em âmbito civil temos a comemoração do dia das crianças.

 

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Senhora Aparecida, do Rosário, das Graças, de Fátima, etc., quantos nomes recebe a doce e pura Mãe de Deus. Diz a escritura sobre Maria: “… me proclamarão bem-aventurada todas as gerações” (Lc 1,48). Os diversos nomes que carinhosamente os filhos de Maria foram concedendo à Mãe de Deus refletem o amor e o carinho que esta humilde mulher faz brotar nos corações de seus filhos. Muitos se perguntam, outros se confundem e ainda outros não compreendem, por que tantos nomes.

O mês de outubro com suas celebrações nos ilumina sobre o mistério da Mãe de Deus. Os nomes, Ela recebe porque sua pessoa fica associada a um acontecimento, ou mesmo virtude que possui. Rosário e Aparecida revelam dois fatos históricos que tem a Mãe de Deus por protagonista, neste breve artigo não é possível contar toda a história do motivo dos dois nomes, mas fica o convite para que cada um possa estudar mais sobre a Mãe de Deus e nossa, pois só amamos aquilo que conhecemos.

A devoção ao Rosário é muito antiga tem origem por volta do séc. VIII, pois desde sempre Maria a Serva Humilde esteve ao lado dos filhos mais humildes conduzindo-os ao Seu Filho Jesus. O Rosário é a oração dos humildes e pequeninos, pois em uma época que poucos sabiam ler, o Rosário tornou-se um meio fácil de se gravar as Palavras de Deus e Seu amor pelos homens. Mais tarde com São Domingos foi se espalhando por toda Europa, e posteriormente a celebração de Nossa Senhora do Rosário “foi instituída por São Pio V para comemorar e agradecer à Virgem a sua ajuda na vitória sobre os turcos em Lepanto, na Grécia, no dia 7 de outubro de 1571”.

Nossa Senhora Aparecida é o título carinhoso dado à devoção a Mãe de Deus que “apareceu” em um momento de necessidade (outubro de 1717). Os pescadores encontraram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, primeiro o corpo depois a cabeça e em torno desta imagem foi se reunindo devotos e surgindo sinais da manifestação da força de Deus por meio de Maria. E em torno desta pequena imagem que torna presente a Mãe de Deus no meio do povo brasileiro, foi se edificando toda uma história de graça e bondade de Deus para com os Seus filhos da Terra de Santa Cruz.

Providencialmente no Brasil, no dia 12 de outubro celebramos a Virgem Aparecida e o dia das crianças. Aprendamos com as crianças que com simplicidade e singeleza devota aos seus pais “apelidos” carinhosos e ternos que fazem todo sentido dentro de um ambiente familiar e nos dirijamos a Maria com a certeza que a Virgem é uma só, mas que se apresenta com tantos nomes quantos são os corações que lhe amam e por Ela são amados. Rezemos pelas crianças e as ensinemo-las a amar a Mãe de Deus.

Ano Jubilar 2017

Diác. Frederico Ornelas

Diácono na Paróquia Santa Catarina de Sena Damianópolis – GO

 

Pastoral da Criança retoma suas atividades na cidade de Água Fria de Goiás!

Pastoral da criança

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Para que todos tenham vida e a tenham em abundância!

Buscando favorecer um trabalho de acompanhamento das mães gestantes e crianças até os seis anos de idade, os líderes voluntários da pastoral da criança realizaram no último sábado, 15/10, a celebração da vida, com palestras, pesagem e comemoração pelo dia das crianças, retomando assim, o trabalho da Pastoral da criança na cidade de Agua Fria.

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Hoje, a pastoral da criança atua na comunidade de mato seco, onde também, tem desenvolvido um excelente trabalho na comunidade! Que o amor ao próximo e a vivência da fé continue inspirando muitos outros a doar um pouco do seu tempo para o bem de inúmeras famílias! Venha ser um líder da Pastoral da criança!

Aos lideres e toda equipe de apoio muito obrigado pela dedicação e generosidade!

Prossigamos com coragem e amor! Parabéns!

 

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Pe. Pedro: 

O rosto missionário de uma paróquia (IIª Parte)

 

Uma paróquia missionária e evangelizadora

 

É urgente que a paróquia empenhe todas as suas forças no sentido de ir a todos, envolvendo todos e dando toda a tarefa da missão da Igreja às pessoas em seu território. Mais do que nunca precisamos ir às pessoas, alcança-las pela evangelização e apresentarmos a elas um projeto claro de vida cristã.

Durante muito tempo penduramos a placa de evangelização em ações que não mereciam esse nome, hoje entendemos evangelização como um processo continuado, sucessivo e em etapas claras onde a pessoa uma vez que inicia o seu processo é acolhida pela paróquia que passa a acompanha-la de perto dando-lhe o auxílio necessário para que permaneça e persevere como discípulo e apóstolo de Jesus Cristo.

Cada pessoa evangelizada, em nível de querigma completo e explícito, deveria ganhar na paróquia uma pequena comunidade de vida cristã que lhe ajude na sustentação do seu ser discípulo de Jesus Cristo. O discípulo sendo formado constantemente percebe-se projetado como missionário, enviado em nome da sua comunidade paroquial para ir e alcançar outras pessoas para não mais abandoná-las.

A lógica é a mesma que foi vivenciada pelos primeiros cristãos e por Maria Santíssima: Somos convidados para um encontro pessoal com Jesus Cristo Vivo, para termos vida nova. Ao longo deste encontro percebemos que precisamos abandonar toda situação de pecado, ressentimento e obras de satanás para nos voltarmos a Jesus como nosso único Senhor e Salvador a nível pessoal. Na sequência a paróquia nos acolhe indicando os meios de crescimento na vida cristã para permanecermos e perseverarmos em uma pequena comunidade.

Vencido este primeiro momento do encontro pessoal a pessoa segue em uma pequena comunidade e por sua própria vida começa o processo de irradiação testemunhal com suas palavras e ações dentro do território paroquial onde começa a visitar e anunciar a boa nova a outras pessoas. Sendo assim, a vida da paróquia ganha força quando coloca em ação três verbos: EVANGELIZAR (encontro pessoal com Jesus Cristo para ter vida nova), DISCIPULAR (permanecer e perseverar recebendo querigma e catequese permanente em uma pequena comunidade) e ENVIAR (ação missionária organizada e sistemática dentro de uma paróquia missionária e evangelizadora).

 

Olhando para frente

 

A nova evangelização pedida pela Igreja em seus mais recentes documentos requer de nossas paróquias novas estruturas e a ousadia de sair da zona de conforto de dizer que as coisas sempre foram feitas assim e que não tem como mudar, ou ainda dizer, ninguém quer nada com nada. Muitos estão desanimados porque ainda não lhes foi apresentada uma oportunidade de encontro verdadeiro e real com Jesus Cristo que não os deixe apenas emocionalmente tocados, mas verdadeiramente decididos em segui-lo mais de perto com uma vida de santidade que lhe seja agradável.

Por fim, fica claro que quando a paróquia tem um Sistema Integral de Nova Evangelização o resultado final será um Plano de Missão e Pastoral devidamente articulado onde o ser e o fazer da vida cristã se comunicam perfeitamente. Quando a preocupação é apenas em fazer coisas, fazer isso ou aquilo, corremos o risco do esvaziamento e da perda do sentido com que fazemos muitas ações no nosso dia-a-dia. No entanto, quando o fazer é precedido por um espaço onde o ser é valorizado e alimentado constantemente através do querigma e da catequese os resultados são bem diferentes: Evangelizamos, geramos discípulos comprometidos e enviamos missionários cheios do Espírito Santo para novamente evangelizar, discipular e enviar outros num processo que só terá fim no céu. Isso é uma paróquia!

Pe. João Manoel Lopes : Pároco na Paróquia São Sebastião em Formosa-GO/  Coordenador Diocesano de Pastoral na Diocese de Formosa-GO

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